A história de Hannah finalmente completa o que Anne não pôde completar. É dilacerante e esperançosa, e precisamos de sua verdade hoje mais do que nunca.”
— Edith Eger, autora do best-seller A bailarina de Auschwitz
Em 1933, aos cinco anos de idade, Hannah Pick-Goslar e sua família escaparam da Alemanha nazista, buscando refúgio em Amsterdã. Lá, Hannah fez amizade com uma jovem bem parecida com ela: Anne Frank, uma menina sincera e divertida. Durante alguns anos felizes, as duas foram inseparáveis, desfrutando da liberdade e da alegria da infância, dormindo uma na casa da outra e se divertindo no bairro de Rivierenbuurt.
Em junho de 1942, à medida que a ocupação nazista na Europa se intensificava, Hannah e Anne foram abruptamente separadas. Anne e a família Frank desapareceram de repente, deixando para trás sinais de vida cotidiana, como a louça na pia e as camas desarrumadas. Enquanto Hannah se perguntava qual teria sido o destino de sua amiga, esperando que estivesse em segurança, o destino de sua própria família começou a se desdobrar diante de seus olhos. Hannah, seu pai, sua irmã mais nova, Gabi, e seus avós foram capturados e levados ao campo de transferência de Westerbork, e posteriormente foram transportados para o campo