No começo era do tamanho de uma ervilha, dentro do peito, o barulho de um trenzinho... Fazia o que bem entendia: nadava, dormia, acordava, chupava o dedo, treinava pontapés e dava reviravoltas... E crescia, crescia dentro da casa-barriga... Até queum dia se cansou de tanta estripulia. O que mais queria era que a porta do mundo se abrisse... E ela se abriu para receber o bebê novinho, enrugadinho, com olhos da cor dos gatos e as mãos apertadinhas...