A história de Mônica é similar a quase todas as mães que têm uma maternidade atípica. A parentalidade atípica diz respeito aos pais cujos filhos têm um desenvolvimento que foge do esperado, do típico, do padrão considerado normal.
Isso, por si só,significa que (seja pai ou seja a mãe) seu filho também é atípico por que apresenta alguma característica ou doença rara que requer cuidados diferentes e especializados.
Mônica teve 5 filhos, a primeira Luiza, filha com doença rara, depois teve uma gravidez com aborto espontâneo de gêmeos, e somente então teve mais dois filhos que apresentaram características típicas.
Mônica se tornou terapeuta familiar, lutou pela igualdade de direitos inspirada em sua filha para todas as pessoas atípicas, e no caminho escreveu este livro inspirador e cheio de esperanças para quem, como ela, vive os desafios da maternidade atípica. Leitura obrigatória também para quem vê esse mundo de fora e quer entender mais sobre ele.